[ATUALIZADO] Proposta de reestruturação será apresentada na quinta-feira (7)

[ATUALIZADO] Por "motivo de força maior", o Ministério do Planejamento solicitou o adiamento da reunião de quarta-feira (6) para quinta-feira (7).

O Ministério do Planejamento apresenta na próxima quarta-feira (6) proposta de reestruturação da carreira dos servidores administrativos da Polícia Federal, categoria representada pelo SINPECPF. A reestruturação é o principal pleito dos administrativos da PF desde 2004, quando aconteceu o primeiro e até agora único concurso para a categoria.

No ano passado, os administrativos chegaram a cruzar os braços durante 15 dias em greve para pressionar pela reestruturação. O movimento comprometeu todo o suporte às atividades policiais e também os serviços de atendimento ao cidadão, como a emissão de passaportes, o registro de entrada de estrangeiros e o controle de entrada de produtos químicos no país, entre outros.

A categoria concordou em pôr fim à greve após a promessa do governo em negociar os termos da reestruturação ao longo de 2013. A expectativa inicial era de que uma proposta de reestruturação fosse apresentada em julho deste ano, data que foi sucessivamente adiada pelos representantes do governo.

O SINPECPF defende a reestruturação como forma de modernizar a gestão de pessoas na PF, definindo claramente as competências da categoria administrativa, distinguindo-as das pertencentes à categoria policial. Com isso, a entidade também espera valorizar os administrativos, freando o alto êxodo desses profissionais, que deixam a PF em busca de outras oportunidades de trabalho.

A medida visa ainda combater o deslocamento de policiais federais para postos de trabalho administrativos, algo cada vez mais comum, e a terceirização irregular de atividades de segurança pública. Para a presidente do SINPECPF, Leilane Ribeiro de Oliveira, a reestruturação tornaria a PF mais eficiente. “Além de melhorar o serviço administrativo, teríamos ganhos na atividade policial, já que vários policiais deixariam nossos postos de trabalho e voltariam a combater o crime diretamente”, enfatiza.

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