SINPECPF participa de debate para definir mudanças no auxílio à saúde privada

A presidente do SINPECPF, Leilane Ribeiro de Oliveira, reuniu-se, nesta segunda-feira (22), com o Diretor de Gestão de Pessoal do Departamento de Polícia Federal, Joaquim Mesquita, para tratar de mudanças no auxílio à saúde privada pago aos servidores da Polícia Federal. Também estiveram presentes no encontro dirigentes da ADPF, APCF, Fenapef e Ansef.

Hoje, o servidor da Polícia Federal não pode optar pelo plano de sua preferência pois, hoje, só têm direito ao benefício aqueles que contratam os serviços da Medial Saúde, operadora que venceu a última licitação sobre o tema promovida pelo DPF. O diretor de gestão de pessoal sugeriu a criação de um grupo de trabalho, composto por representantes das entidades de classe, para estudar alternativas que garantam a extensão do benefício aos servidores que optem por não contratar os serviços da atual prestadora.

Os representantes presentes na reunião propuseram que o benefício seja estendido aos associados das entidades classistas de âmbito nacional. Desta forma, as entidades de classe se uniriam para contratar a operadora de saúde que bem preferirem, negociando valores mais atrativos para os associados que quiserem aderir. O valor repassado pelo DPF a cada servidor corresponderia ao pago hoje àqueles que optam pela prestadora oficial (Medial Saúde).

Na opinião da presidente do SINPECPF, os servidores ainda precisam de tempo para se manifestar sobre a proposta. “Esta é uma questão de grande impacto para os servidores, portanto, nada mais justo do que eles sejam ouvidos”, afirmou.

Campanha Salarial

A questão do reajuste salarial também foi abordada durante o encontro. Os representantes classistas demonstraram insatisfação com o tratamento dado pelo Ministério do Planejamento à questão. Mesquita disse compreender o descontentamento, e garantiu que o DPF está tomando providências para deixar bem claro que o reajuste é também de interesse do órgão. “Eu mesmo já encaminhei alguns e-mails pedindo que o Planejamento ‘abra as portas’ e passe para a fase de debate. Espero que isso aconteça o quanto antes”, revelou.

Com informações da Assessoria de Comunicação da ADPF.

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