Plenária da CUT: Plano de lutas inclui defesa por serviço público de qualidade

Nesta sexta-feira, dia 8, a CUT (Central Única dos Trabalhadores) encerra sua 12ª Plenária Nacional. O ato de encerramento aconteceu na Praça da Matriz de São Bernardo, um dos berços do movimento cutista. A Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), que vai completar 18 anos no dia 31 de agosto, e nasceu filiada à Central, participou da atividade que comemora os 25 anos de lutas e conquistas da CUT. Representantes da Confederação foram a São Paulo onde ajudaram a elaborar o Plano de Lutas cutista que tem como destaques o combate às Fundações Estatais de Direito Privado e a luta pelo fortalecimento do serviço público brasileiro. O combate a ataques a direitos conquistados pelos servidores, como a Paridade, e a defesa para aprovação das Convenções 151 e 158 da OIT, também estão entre as bandeiras de luta a que a CUT dará visibilidade.

No ato político que comemora os 25 anos da Central, a CUT defendeu ainda mais e melhores direitos aos trabalhadores, desenvolvimento com distribuição de renda, igualdade e soberania nacional, entre outros eixos. No site da Central, o presidente, Artur Henrique, falou sobre a Assembléia Popular da Classe Trabalhadora. “Essa Assembléia tem um significado simbólico e prático de grandes dimensões. Além de comemorar os 25 anos de lutas e conquistas da CUT, coloca em marcha uma das resoluções reforçadas pela Plenária, que é aprofundar a disputa de hegemonia junto à sociedade. Vamos apresentar nosso Plano de Lutas em um ato aberto, disputando a opinião pública durante a Plenária”, disse.

O Plano de Lutas, elaborado pela 12ª Plenária, é um conjunto de propostas e bandeiras que vão orientar as ações da Central para o próximo período.

(Fonte: Condsef)

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