Sem CPMF, reajustes estão ameçados

A rejeição da prorrogação da CPMF pelo Senado vai obrigar o Governo Federal a cortar despesas para recompor a perda de R$ 40 bilhões. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que na semana que vem anuncia um pacote de medidas de contenção de gastos. Até lá, os servidores públicos vão viver momentos de pura tensão e expectativa.

 Isso porque o governo ameaçou suspender a concessão de reajuste salarial para diversas categorias, inclusive daquelas cujos acordos já foram assinados, caso da Polícia Federal, professores e técnicos universitários e Banco Central, se a CPMF não fosse prorrogada.

 Entre os mais prejudicados estão os funcionários que integram o plano geral do Poder Executivo (PGPE), e dos ministérios da Saúde, Previdência e Trabalho. Juntos, somam quase 700 mil servidores que aguardam uma nova tabela salarial há mais de dois anos. Sem falar, é claro, dos militares, que aguardam, desde setembro, um novo valor para os soldos. Até a semana que vem, as entidades que representam os servidores vão manter contato permanente com o Ministério do Planejamento para evitar surpresas de última hora.

Fonte: Jornal de Brasília/Coluna Ponto do Servidor-Maria Eugência

 

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